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. “QUEM DANÇA É MAIS FELIZ!...
. SEVILHANAS Y'OLÉ
. GRUPO DE SEVILHANAS Y'OLÉ - ANIMAÇÃO
. GRUPO DE SEVILHANAS Y'OLÉ
. SEVILHANAS Y'OLÉ - O NOSSO CASAMENTO
O Grupo de Sevilhanas Y´Olé, é oriundo do Montijo e há muito se dedica a esta actividade, e possui uma larga experiência no abrilhantamento de casamentos, aniversários, festas de empresas, festas privadas, despedidas de solteiras, bares, discotecas e festas de cariz popular, eventos para os quais o grupo é contratado.
Os nossos espectáculos são pautados com muita alegria, cor e salero para animar a sua festa! Os bailarinos irrompem ao som da música bailando sevilhanas, rumbas, alegrias, tangos, bulerias, passo doble…
Garantimos muito ritmo, salero, alegria e boa disposição!
Para mais informações ou sugestões não hesite em contactar
Lígia Soares
Grupo de Sevilhanas Y’OLÉ
Dançaterapia:
Uma nova maneira de dançar, na qual a música e o movimento do corpo formam uma unidade coerente com a emoção. É a terapia ideal para quem procura estabelecer um maior contacto com o seu corpo e saber os seus limites.
A sevilhana é uma dança de par. Normalmente o par é composto por homem e mulher, mas é igualmente comum ver-se duas mulheres a dançar. A dança é feita em séries de quatro e cada uma é coreografada de forma diferente, levando o nome da sua posição cronológica: “primeira”, “segunda”, “terceira” e “quarta”. As quatro coplas (ou partes) são executadas consecutivamente, existindo apenas um breve intervalo musical de silêncio ou de estribilho entre elas. Cada uma das quatro sevilhanas compõe-se de passos standard e que permitem ao espectador identificar de imediato qual delas se está a dançar. Assim, e segundo as suas características dominantes, pode-se dizer que a primeira é a das passadas seguidas, a segunda é a da roda, a terceira é a do sapateado e a quarta a dos carreos. Em cada uma das coplas, existem o mesmo número de compassos e de final, só a introdução é diferente. Flamenco e sevilhanas não podem negar o seu parentesco. As sevilhanas têm origem no folclore popular andaluz (concretamente de Sevilha), têm um ritmo e estrutura fixos; o flamenco tem origem na fusão de várias culturas (árabe, cigana, judia, etc.) e tem diversos estilos – chamados “palos” – conforme a sua localidade de origem. A linha divisória entre o flamenco e o folclore, é, por vezes, muito ténue. As sevilhanas movem-se nessa ténue fronteira, mantendo porém a sua essência popular, mas sem renunciar à riqueza expressiva do flamenco. Musicalmente, a sevilhana caracteriza-se por uma melodia alegre que se acompanha com vigor sobre um ritmo rápido. A sevilhana pode ser puramente instrumental, mas o que acontece mais frequentemente é ser a voz a executar a melodia. O seu acompanhamento pode realizar-se com instrumentos variados, como por exemplo, a guitarra, as castanholas ou a pandeireta, que produzem a percussão, e podem ainda ser reforçadas ou substituídos pelas palmas. Embora a sua estrutura musical e coreográfica seja sempre a mesma, existem diferentes formas para designar as sevilhanas: “boleras”, “corraleras”, “litúrgicas”, “de feria” ou “rocieras”. A sevilhana é um canto com copla e os temas das coplas ressaltam dos aspectos que caracterizam o andaluz; o sentimento expressado é festivo e amoroso, com grande queda para o humor. Http://dancasdomundo.no.sapo.pt/Inicial.h